HOMENAGEM AOS A…

HOMENAGEM AOS AMIGOS

 

 

 

Quero iniciar esta homenagem me dirigindo primeiramente aos nossos amigos presentes  na platéia. Quero falar em nome de todos os formandos que aqui estamos. Quero transmitir a vocês um agradecimento muito especial , pois vocês vem acompanhando nossa jornada, torcendo e vibrando com nossas conquistas e não foram poucas a vezes que vocês fizeram coisa, que talvez considerem pequenas, mas que tiveram grande relevância para nós. É de vocês também nossas conquistas. É de sua sabedoria que, por muitas vezes, ganhamos força e é daquela psicologia de rua que onde sempre encontramos as respostas que nem os livros nem os computadores no ajudam a obter.

É no refúgio dos encontros com vocês, caros amigos, que encontramos guarida para falarmos de abrir espaço no mundo mecânico e cinza para a boa vontade e para os valores que transcendem nossa materialidade corrompida.

De um modo ou de outro, nós aprendemos e continuamos aprendendo também com vocês.

Sinceramente, em nome da turma, agradeço.

 

Agora, devo me dirigir aos amigos formandos. Eu gostaria de ser porta-voz de cada um de vocês, pois sei que cada um tem suas particularidades. Talvez eu não alcance êxito pleno nessa tarefa, porém devo tentar.

Eu creio, que das memórias de nossos primeiros dias na universidade, nada se compara ao dia da matrícula é à tradicional primeira aula de campo. Foram momentos de encontro, com o ambiente universitário e com pessoas que compartilham sonhos, ideais, lutas, derrotas e vitórias.

A convivência, com o passar do tempo deixou de ser meramente convivência para se transformar em amizade, em confiança, em solidariedade.

Caros amigos,

Muitos diriam que terminamos um longo trajeto. Preferimos dizer que cumprimos uma parte muito importante de uma jornada que, cada vez mais consideramos como uma grande aventura. Guardados ficarão na memória os momentos, tanto de expectativas quanto de descontração vividos num conjunto de pessoas que se mostrou, além de solidário, repleto de objetivos e sonhos. Essa memória sempre servirá para que com menor receio, tomemos o misterioso caminho que agora nos é apresentado.

Nossos encontros não serão mais tão rotineiros, mas sabemos que efetivamente todos podemos contar uns com os outros e não deixaremos de pensar em criar as possibilidades de brindarmos uma vez mais e realizarmos tudo aquilo que um dia pensávamos estar longe, muito longe num horizonte inatingível e agora se torna mais próximo.

Podemos dizer somos fortes e só é assim por conta de nossa união, e se por um lado o curso terminou, nossos projetos continuarão compartilhados e sonhados em conjunto.

 

                                                   Muito obrigado.

ELEIÇÕES 2012. PESQUISA PUBLICADA NÃO DÁ DIMENSÃO ADEQUADA AINDA.

A primeira pesquisa referente às eleições 2012 para Curitiba foram divulgadas ontem e deixaram muita gente com as orelhas em pé.

Já era esperada a liderança de Gustavo Fruet, mas não se esperava que Ratinho Júnior ficasse à frente de Luciano Ducci. Isso vem preocupando a base aliada do atual prefeito de Curitiba, no que já se prevê uma debandada da ala “podre” de seu grupo de apoio, os quais certamente buscarão se aninhar entre as fileiras de Gustavo Fruet. Cabe a Gustavo avaliar o custo futuro de se dar espaço a estes.

Mas, esta pesquisa, com o peso da chancela IBOPE, ainda não é significativa, uma vez que a candidatura de Ratinho Júnior ainda não está efetivada. Luciano Ducci não deveria se preocupar, e sua base aliada também não, uma vez que ainda não há campanha, muito menos exposição das alianças e apoios que cada candidato tem. Ducci se esforçou neste pequeno período como prefeito para se aproximar da população, dos funcionários públicos e das entidades de classe. Manobrou bem entre greves e manifestações e manteve o ritmo de obras de seu popular antecessor. Porém, isto não basta para se tornar o preferido do eleitorado. Lhe falta o carisma e uma estrutura de marketing características do governador Beto Richa. E é o apoio de Beto que fará o eleitor voltar seus olhos para Ducci.

Gustavo Fruet não lutará mano a mano contra Ducci, e sim contra Beto Richa. A partir do início das campanhas eleitorais é que veremos como o eleitor reagirá ante o carisma e a influência de Richa. Como será a reação dos adversários de Ducci ante sua ascenção nas pesquisas, quais os temas que irão pautar os debates. Aí teremos um idéia bem melhor para prever os resultados do pleito de outubro. De outra forma não.

GENIALIDADE EM URBANISMO

GENIALIDADE EM URBANISMO

Uma amostra da genialidade em aplicação de princípios do urbanismo como circulação de pedestres, sombreamento de vias públicas, acessibilidade a deficientes.

Não sei se foi a Prefeitura ou a SEDU, quer dizer, quando inauguraram tinha uma faixa do prefeito, mas quando estava em obras só tinha placas da SEDU. Mas garanto que assumir essa barbeiragem nenhum dos dois vai querer.

Mas aqui no Itaperuçu as pessoas estão acostumadas a disputar espaço com os carros na pista de rolamento. Não se trata de local onde os administradores acreditem que existam pessoas que andem a pé.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pode ser que eu esteja enganado mas penso que o mundo se esvaziando de ideologia, se esvazia também de humanidade. E que a precarização de tudo que é mais importante para nossa sociedade, seja saúde seja educação é culpa da confiança desenfreada de que já somos suficientemente bons para não sermos melhores. Digo isso depois de ver o vazio que são as pessoas que freqüentam a maioria dos bancos escolares superiores, principalmente dos cursos ditos técnicos ou de engenharia. Me surpreendo dia a dia com a qualidade intelectual da geografia, principalmente com a turma da manhã com os quais fiz Geografia Política e Geopolítica e com nosso pessoal do sindicato, e lamento que não tenhamos ainda uma ciência geográfica com a mesma força moral que atualmente tem a Sociologia, mas quem sabe aí esteja uma oportunidade, não é mesmo. Sabe-se que nosso tempo é o tempo da mercadoria, que o ensino é mercadoria valiosa onde alguns dos mascates mais mordazes são ligados á igreja católica. Nessa conjunção se imbricam as condições para propagação de arriscadas estratégias corporativas de domínio do mercado da educação. Digo isso porque a proliferação de instituições de ensino deu-se vertiginosamente em Curitiba e creio que pais afora também. E nesse misto de concorrência com conveniência imagino que resida o cerne da precarização de profissões tão importantes como a medicina e advocacia. Não por culpa das instituições mas sim da sociedade ávida pelo status dessas profissões e á mercê da economia de mercado e do capitalismo. Advogados que nunca leram Goethe, médicos que não sabem nada sobre religião, essa é a nossa realidade. Capacidade de autocrítica e generosidade estão fora de cogitação e o que vale mesmo é a competição que já é super nos dias de hoje. Reflexão e humanismo são out, o in é andar na moda não importa como. Só queria não ter que dizer isso, mas parece que caminhamos novamente para uma idade média, só que desta vez com iPhones e redes sociais para mostrar-mos quem somos fazendo todos as mesmas coisas. Sem esquecer que este texto está em um blog e é parte deste processo. Mas ainda tem gente que faz a diferença e agradeço a Deus porque os conheço. São homens e mulheres que já sentiram o mundo se orientando para esse destino e tentam remar contra a corrente com braçadas largas. Se você que está lendo isso se sente um destes, não desista, cada um de nós faz uma diferença danada, principalmente se você for um professor.

 

Confesso que tinha uma expectativa negativa quanto ao filme Tropa de Elite 2. Bem, não preciso dizer que achei que o primeiro é um filme vergonhoso, fascista e maniqueísta. Achei que este segundo não iria ser diferente e por conta disso posterguei ao máximo a oportunidade de assistir o filme. Penso se não houve certo planejamento do diretor José Padilha, de fazer um filme fácil num primeiro momento, e depois criar um filme mais denso e politizado. Até mesmo o início desse segundo filme é muito mais um chamariz do que um início coerente de um grande enredo. O que eu já vi de gente falando que gostou mais do começo do filme. Imagino que a revista Veja (não li nada ainda sobre o filme, evitei para não criar filtros) não tenha recebido esta continuação com a mesma empolgação que recebeu o primeiro, pois se no primeiro havia um vilão evidente e era pobre e favelado, desta vez os canos apontam pra outra direção, na direção que aquela revista tem compromisso de defesa. José Padilha cria no filme algumas armadilhas cerebrais. Só quem pensa pra flagrar. Por isso expõe a sociologia de forma simulada. A ação violenta nos presídios justificando a ação violenta nas favelas é a tônica do início do filme. Depois, bem depois vamos ver que são coisas distintas e atingem problemas distintos. Na primeira se age contra marginais, sem chance de erros, na segunda o cidadão passa a ser a maior vítima, pois o morador honesto da favela, durante as ocupações de morro sofre muito mais do que os marginais. Outro momento em que o diretor atira para um lado e tenta acertar outro é quando o protagonista é taxativo em classificar a intectualidade de esquerda como maconheiros. Perto do final quando o Cel.Nascimento admite que estava errando é que podemos passar uma borracha por todas as afirmações que ele fez. Mas aí é o espírito de bravura que prevalece e a reação para a burrice que ele vinha cometendo é fazer o que ele sabe fazer. Como diria o Groo:”O corta corta…”. Não dá muito lugar para novas conjecturas e afirmações. José Padilha manobra seu personagem com esmero científico. Se no primeiro filme os protagonistas usavam o aparelho de estado para promover uma vingança pessoal, para fazer o papel do judiciário e legislativo, decretando pena de morte, julgando e executando de uma vez só, agora se encara a realidade, o Cel.está nu, mas não está só, e isso é muito importante, não se pode ser herói sozinho. E não se vence o crime somente com uma arma na mão. É preciso coragem, audácia e desprendimento para denunciar, para depor, para derrubar o “sistema”. O que fica é a conclusão de que nada é o que parece. De que a realidade é muito mais complicada do que tentam nos fazer entender. De que o vilão, ás vezes é apenas um joguete nas mãos do verdadeiro canalha, como dizia Bezerra da Silva. E de que a esquerda no Brasil trabalha sim a favor dos valores éticos e morais.

Ler pode ser uma coisa catastrófica, dolorosa mesmo. Por que implica pensar. Diferente de ver tv, assistir certos filmes ou ouvir rádio onde as idéias vem prontas e não há muito tempo para se concordar ou refutar essas idéias.

Por vezes tenho vontade de parar com tudo isso, e agora sei mais do que nunca porque é que parei de ler lá na adolescência com 17 anos. Li muito entre os 14 e os 17, mas cheguei naquele patamar em que começava a ver as incoerências defendidas por jornalistas da Folha de São Paulo e de toda a grande imprensa, aliás uma revista que me fez ver a realidade por trás das notícias foi justamente a que se chamava Imprensa. Incoerências estas que depois acabei vendo que atendiam a demandas oriundas do setor econômico.

Aprender a arte da oratória, escrita e falada para poder vender ao melhor preço pra mim não é ação que traga satisfação, vendo que tantos lutaram para que nossa civilização atingisse o patamar de civilidade e humanidade em que nos encontramos. E o que tenho visto é um retorno a um obscurantismo onde a capacidade intelectual é utilizada para defender os mais grotescos pontos de vista. Não estou falando de defesa de lados políticos, esquerda e direita ou coisas do gênero, mas de defender direitos civis. De defender um retrocesso cultural e político que legitima a permanência de velhas oligarquias travestidas de novidade.

Pode parecer que defendo a esquerda ou o PT, mas não é verdade, o que me parece é que a disputa pelo poder cegou a todos e cada vez mais tanto um quanto o outro monetarizam os aspectos da vida social e até da vida particular.

Nazareth, sempre bem vindo a Curitiba

Por que o Nazareth é tão importante? Bom, não necessitaria de muito. Algumas canções e bastaria para colocar essa banda em local de destaque na música mundial. Mas, para quem frequentou o Lets’Dance, também conhecido como Clube 19, ou teve a honra de ir a algum sarauzinho animado pelo Teco e seu Kiter Som, ou então, em maiores reminiscências, o Porão na Xavier da Silva, ou aquele som só de loucos lá perto do Cefet, o Naza é parte da história. Ou, mais do que isso, é parte da vida da pessoa. Até esses dias ali no Abranchão, rolava no domingo uma meia hora de som pesado, onde o Nazareth dominava.

Mais ainda, o Nazareth é uma banda fora do circuitão. Fora da mídia. Pode ver como são raras as matérias em revistas especializadas que falem do Nazareth (e isso já nos anos 70 e 80, podem pegar revistas da época). Tudo que eles tem e sempre tiveram é música no mais alto grau de combustão e emoção. Desde baladas românticas nada óbvias (Dream On, Moonlight Eyes) até rock’n’rolls rasgados (Telegram, This Flight Tonight, etc.), nus e crus, foram sempre executados com a maior espontaneidade. Foi o que pude constatar em uma noite memorável na saudosa casa noturna Aeroanta de Curitiba. Só não foi o melhor show que já vi por conta da grande confusão instalada dentro e fora que gerou atraso e um set curto porém bem executado. Por isso, é sempre bem vinda a banda à Curitiba, como aconteceu há algumas semanas.

Sobre o Tiririca

O fato de Tiririca ser o Deputado Federal que mais obteve votos nas últimas eleições pode ser considerado uma aberração para alguns, uma gozação para muitos e uma demonstração política das massas para outros.

Por quê uma demonstração política? Ora, a uns quinze anos, Luiz Inácio já havia dito que no congresso haviam “quinhentos picaretas com anel de doutor”. Desta feita, coube ao povo demonstrar que muito mais que palhaços, eleitores são feras. Puxaram o tapete de medalhões da política paulista e elegeram o palhaço. E o palhaço, analfabeto talvez, vai a um congresso onde a primeira coisa que vai enfrentar será o escárnio e o desprezo. Depois, com certeza vai haver uma corrida para cooptá-lo a votar de acordo com os interesses de determinado grupo. Para qual grupo? Se Tiririca fizer o que o povo espera que faça, ele vai ludibriar a todos e deixar muito político furioso. Cumpriria com os anseios de seu eleitorado. Mas será que o palhaço vai continuar sendo palhaço? Com as finanças lobbystas cada dia crescendo mais?

Quando chegaram ao Brasil, os europeus foram gradativamente desqualificando o modo de vida nativo. Classificaram como atrasado o modo de habitação utilizado, as vestimentas e a alimentação. Os nativos desta terra se nutriam de produtos que em geral não necessitavam de cultivo, compartilhavam igualmente nas aldeias todo o alimento derivado da caça e da colheita que em geral se constituia de produtos agrosilvopastoris, ou seja de animais criados soltos ou caçados e de frutas e legumes naturais da floresta. Cobriam minimamente o corpo pois desconheciam a vergonha e os conceitos estéticos derivados da moral européia. E habitavam edificações coletivas para manterem sua comunhão na proteção mútua e na confiança.

O europeu julgava tudo isso obra de selvagens e habitando edificações fortificadas, vestido pesados panos e fardas instituiu como noção de civilização os modos e costumes europeus. Rotulou a sua maneira de fazer as coisas de certa e as maneiras diferentes de erradas.

Em grande parte isso partiu de uma estratégia de orientar os nativos a concorrerem pelo consumo da matriz tecnológica européia. Desqualificar aquilo que vestia, nutria e abrigava os nativos era uma das maneiras de tornar estes povos nus, desnutridos e desabrigados, e por isso dependentes dos bons modos europeus. Foram poucos os grupos que resistiram a esses ataques retóricos que permanecem até hoje como um dos fundamentos do senso comum.

A cultura do brasileiro, tradicional é um dos exemplos disso de que falo, pois a cada geração, os mais novos se ressentem de conviver com a herança cultural, para adotar os modos (mas não os costumes) de outros povos. Tem sido assim com as danças como o Boi Mamão, o Fandango do Paraná, a Congada, a Folia de Reis, o Maracatu, o Frevo, o Pau de Fita, a Xula Gaúcha, entre tantas outras.

No dizer de alguns intelectuais, o brasileiro gosta de macaquear os modos que são apresentados como modernos pelos meios de comunicação. O brasileiro ouve música estrangeira sem entender o que está sendo cantado, dança rap sem saber qual o sentido do movimento e da cultura rap americana e adota esportes que nasceram e possuem seu centro de atividades em países centrais da economia mundial. Em geral na música tem sido privilegiada sua aptidão ritmica em detrimento da melodia, harmonia e letra. Tem sido relegada pelo grande público a nossa música, e mesmo o samba, que resistiu durante muito tempo tem se transformado numa fórmula bastante próxima da música romântica americana. A própria bossa nova foi já uma tentativa de macaquear o jazz.

Na esteira do totalitarismo midiático, os lugares perdem a identidade para se tornarem uma coisa só, um não lugar. Uma coisa que pode estar em qualquer lugar do mundo e não representa lugar nenhum. E as pessoas, serão não pessoas? Se perdem suas características de personalidade única para serem o mesmo em toda parte, talvez seja o caso.

Por que Plinio?

Ante o escrutínio eleitoral que se aproxima, cabe refletir adequadamente sobre nossa opção de voto. Já havia declarado durante o ano de 2009 que se Plínio de Arruda Sampaio fosse candidato eu votaria nele e trabalharia pra ele. Trabalhar em sua campanha não foi possível, mesmo porque seu material de campanha é bem escasso e os compromissos do dia a dia me impedem de participar mais arduamente da campanha, além do que minha profissão de servidor público me impede de ter uma ação panfletária mais direta.
Conheço as idéias de Plínio primeiramente de seus textos na revista Caros Amigos. Depois, outros textos foram publicados na Le Monde Diplomatique. Mas o que mais deixou evidente sua genialidade foi sua participação no SINGA (Simpósio Internacional de Geografia Agrária) de 2009, no qual estive.
No momento eleitoral, é claro, o discurso de Plínio é outro e ele tenta reelaborar as metas para dar as condições ao nosso país de ser um país de grande progresso sem ser um país injusto como historicamente sempre foi e aindo é. Para isso torna-se necessário uma proposta que privilegie a emancipação do país, virar as costas para o neoliberalismo e a construção de alternativas autônomas de crescimento, com pouca ou nenhuma intervenção estrangeira. Se os países que mais crescem no mundo fazem isso, porque nós não podemos?
Só Plínio poderia fazer isso, caso viesse a ser eleito.
Outro ponto é a alternativa de oposição legítima, que atualmente só é exercida por Plínio e Marina Silva. Trata-se e confrontar o modelo economicista que prospera na era Lula e é herança de FHC e certamente continuará com Dilma ou com Serra, seja qual for. A única oposição a esse modelo é a das esquerdas reais como PSOL, PSTU, PCO e talvez o PV, que é moderado de centro.
Espero que Plínio faça uma boa votação, ao menos para demonstrar que há pessoas que querem uma outra perspectiva política diferente da cartilha ditada pelo Banco Mundial, Organização Mundial de Comércio e Fundo Monetário Internacional.